quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Letras e números andam juntos para o desenvolvimento do conhecimento e para a comunicação. Mas, para isso, é preciso que os mesmos sejam utilizados de forma prazerosa, principalmente para as crianças. Daí a necessidade de utilizar o lúdico para o ensino, através dos jogos, onde as crianças aprendem brincando. Conhecer os números e a linguagem, mas não saber utilizá-los de forma correta e a seu favor, de pouco valem.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Boa noite, pessoal!!!
Abaixo trabalho para aula de artes de Pedagogia da UEMG:
Abaixo trabalho para aula de artes de Pedagogia da UEMG:
Plano de Aula
de Artes
Professora –
Dalila Albino de Souza
Título - Construindo
instrumentos para ensinar música
Objetivos –
Incentivar a reutilização de materiais para a construção de diferentes tipos de
instrumentos de sopro, percussão e de corda. Com isso, os alunos conhecem os
instrumentos e identificam quais são os de sopro, percussão e de corda.
Estimular a criatividade, disciplina, coordenação, percepção, o desempenho
artístico, o convívio social do aluno e o prazer pela música,
Público alvo
– Crianças de 8 a 9 anos.
Materiais –
Pedir aos alunos para trazerem pedaços de mangueira, funil, elásticos, pedaço
de madeira, garrafa pet ou lata com tampa, feijão e arroz crus,pedras, pedaços
de cano PVC finos. Levar para a aula fita adesiva, cola, tinta e fotos de
diversos instrumentos musicais. Verificar se na escola há algum instrumento
musical disponível para levar de exemplo para a sala.
Desenvolvimento
- Dividir a sala para que cada grupo
monte um tipo de instrumento a escolher. Apresentar as fotos dos diferentes
tipos de instrumentos musicais e, caso possua algum instrumento real, mostrar o
som produzido pelo mesmo para comparar depois com o instrumento feito. Para
cada grupo, dar a explicação de como montar o instrumento e deixar que decorem
e pintem o(s) instrumento(s) da forma que quiserem, mas verificando se os
enfeites não irão atrapalhar o som produzido.
Exemplo de clarim
(sopro): Mangueiras de vários tamanhos com um funil na ponta de cada um fazem
diferentes tipos de sons.
Exemplo de
Zamponha (sopro): junte os dois canos finos de PVC(um com 20 cm de comprimento
e o outro com 30 cm) com a fita adesiva, com a parte de cima alinhadas. A parte
de baixo tampar com fita adesiva e assoprar na parte aberta.
Exemplo de
violão (corda): Elásticos esticados
presos nas pontas de uma madeira de espessuras diferentes.
Exemplo de
maracá ou chocalho (percussão): feijão ou arroz crus dentro de garrafa pet ou
de lata com tampa.
Depois de
fazer os instrumentos, testar com os alunos os sons dos instrumentos produzidos
e tentar cantar uma pequena música escolhida pelos alunos com intensidades
diferentes do som.
Avaliação –
verificar o entrosamento entre os alunos e o envolvimento de cada um com a
fabricação e produção do som.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Trabalho para o curso de Educação Infantil da turma de Pedagogia da UEMG
Plano
de Aula
Dados Gerais
Escola: Escola Municipal Pedro Peron
Turma: 2º período da educação infantil
Turno: Matutino
Conteúdo: Múltiplas Linguagens infantis
Linguagens Utilizadas: Corporal e Visual
Carga Horária: 1 h/a
Professor(a): Dalila Albino de Souza
Data: 20/06/2015
Objetivos Específicos: o aluno deverá ser capaz de
identificar plantas e animais encontrados no passeio ao jardim da escola.
Desenvolvimento:
Incentivação – Antes de levar os alunos à área externa da
escola, perguntar nomes de plantas que os mesmos já conhecem. 10 minutos.
1º passo – Levar os alunos à área externa para explorar o
jardim. 25 minutos.
2º passo – Voltar à sala de aula e pedir para desenharem
o que mais gostaram do passeio. 25 minutos.
Metodologia: aula expositiva dialogada.
Recursos didáticos: papel, lápis de cor, quadro, giz.
Atividade: – Passeio ao jardim da escola. Já no jardim, perguntar
os nomes das plantas e animais encontrados, ensinando o nome das plantas
desconhecidas. Também mostrar as texturas das plantas, mostrando possíveis
espinhos, explicando sobre o cuidado a ser tomado por seivas e venenos que
podem prejudicar a saúde e cuidados com as mesmas, como regar. Retornando à
sala de aula, distribuir lápis de cor e papel e pedir para desenharem o que
mais gostaram. No quadro, desenhar alguns animais e plantas, perguntando o nome
dos mesmos e a letra que inicia o nome deles.
domingo, 31 de maio de 2015
Trabalho do curso de Pedagogia: Pesquisando a realidade Brasileira - PNE
Sobre a pesquisa: encontrei um site onde menciona o principal problema que encontrei no novo Plano Nacional de Educação (PNE), que são sobre os investimentos. Faz abordagem de especialistas sobre as dificuldades de se atingir cada meta proposta e as melhorias que o novo plano trata referente ao anterior.
Fonte: hhttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.htmttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.html
Abaixo posto a reportagem completa:
Confira as 20 metas do novo PNE
As metas de qualidade não faziam parte do plano anterior. Por enquanto, o Brasil está cumprindo os objetivos previstos para cada etapa. O repasse de mais recursos para os municípios com pior rendimento e que tenham conselhos escolares ativos é bem visto pelas entidades ligadas ao setor. A proposta agora é incluir uma avaliação de ciências na Prova Brasil – exame de português e matemática feito por alunos da educação básica cujos resultados compõem o Ideb – e incorporar o Enem ao sistema de avaliação da educação básica. Não há prazos para isso e o ministro admite que o tema terá de ser discutido com representantes de governos estaduais e municipais, já que o Enem é não é feito por todos os alunos.
Sobre a pesquisa: encontrei um site onde menciona o principal problema que encontrei no novo Plano Nacional de Educação (PNE), que são sobre os investimentos. Faz abordagem de especialistas sobre as dificuldades de se atingir cada meta proposta e as melhorias que o novo plano trata referente ao anterior.
Fonte: hhttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.htmttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/conheca+a+avaliacao+das+20+metas+do+plano+nacional+da+educacao/n1237877255719.html
Abaixo posto a reportagem completa:
Conheça a avaliação das 20 metas do Plano Nacional da Educação
Em algumas delas, especialistas veem avanços. Em outras, criticam a
falta de ousadia. Investimentos em educação é a mais polêmica
Priscilla Borges, iG Brasília | 16/12/2010 18:35
A opinião entre quem pensa e
discute educação é unânime: o novo Plano Nacional de Educação, que traça as
metas para o setor nos próximos dez anos, avançou em relação ao que está em
vigor. Porém, ficou aquém do esperado. O motivo de maior descontentamento, sem
dúvida, é com a previsão de investimentos na área. As entidades educacionais
esperavam que a proposta de destinar 10% do PIB à área fosse mantida. Ou, pelo
menos, que os 7% determinados no texto fossem programados para menos tempo: em
quatro anos.
“O plano é um piso e representa o
que foi possível de ser alcançado até agora, mas precisamos avançar no
Congresso Nacional. Calculamos que, com base no custo-aluno qualidade, seria
preciso destinar pelo menos 8% do PIB à educação”, afirma Daniel Cara,
coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Ele explica que,
dentro dos cálculos feitos para o mínimo de investimentos necessários por aluno
para que as escolas ofereçam ensino de qualidade, 80% seriam destinados a
pagamentos de profissionais da educação.
Por isso, nesse aspecto, Cara acredita que o Ministério da Educação acertou
ao colocar a valorização dos docentes e profissionais das escolas como
prioridade no plano. Porém, ele também ressalta que a colaboração efetiva entre
municípios, Estados e União na divisão dos investimentos deveria estar mais
clara. “As estratégias sobre como se dará o regime de colaboração estão
frágeis. Era preciso apontar o que e como cada um tem de colaborar para que as
metas sejam cumpridas”, destaca o presidente da União Nacional dos Dirigentes
Municipais de Educação, Carlos Sanches.
Cleyton Gontijo, professor do Departamento de Planejamento e
Administração da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, acredita
que o plano possui metas possíveis de serem atingidas. “O grande desafio, na
minha avaliação, é cumprir a Emenda Constitucional 59, que tornou obrigatória a
oferta de educação para estudantes de 4 a 17 anos até 2016. Mas me questiono se
os recursos serão suficientes”, pondera. Gontijo afirma que o plano também
precisava definir metas intermediárias para facilitar o acompanhamento delas.
Confira as 20 metas do novo PNE
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5
anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a
50% da população de até 3 anos.
O atendimento das crianças de 0 a 3 anos de idade voltou a ser meta do
plano de 2011 a 2020. Desde o projeto antigo, a ideia era que 50% das crianças
estivessem matriculadas em creches. A Conae queria que o prazo dessa inclusão
fosse mais curto: até 2012. Até 2016, deveria haver a universalização do
acesso. Para Haddad, mesmo repetida, essa é a meta mais ousada do pacote. A
universalização das matrículas para as crianças de 4 aos 17 anos foi definida
em 2009, pela Emenda Constitucional 59. “Para nós, o financiamento dessa
inclusão não está claro e não conseguiremos cumpri-la sem dinheiro novo”,
afirma Carlos Sanches.
Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de
6 a 14 anos.
A partir deste ano, isso já deveria ter ocorrido. O objetivo foi quase cumprido, mas o
ministro Fernando Haddad admite ainda há crianças fora da escola. “Há 2% dos estudantes brasileiros nessa faixa etária fora da escola. E
eles já foram alfabetizados, nós sabemos disso. Precisamos trazê-los de volta,
por isso a meta está aí”, afirmou. Para o presidente da Undime, a inclusão
dessa meta foi “um cuidado positivo do MEC”.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de
15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio
para 85%, nesta faixa etária.
Pela Emenda Constitucional 59, todos terão mesmo de ser incluídos. Mas o
desafio de garantir a permanência desses alunos na escola é grande. Em 2009, a taxa de escolarização
líquida nessa faixa etária foi de apenas 50,9%. Para tentar
mantê-los estudando, o novo PNE aposta na diversificação curricular,
investimento na formação de professores, em equipamentos e laboratórios e a
criação de programas de correção de fluxo. Aumentar as matrículas do ensino
médio integrado ao profissionalizante e colocar o Enem como seleção de vagas
para o ensino superior também são estratégias propostas. "É uma demanda
estudantil, inclusive", justifica o ministro.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar
aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Sanches avalia que esse público foi bem representado no plano. A proposta
prevê o repasse de recursos suplementares para atender esses estudantes, a
implantação de salas de recursos multifuncionais para atender necessidades
específicas desses alunos e fomentar ações que promovam a inclusão deles. “Um
aluno não pode deixar de estudar porque tem uma deficiência. Temos de adaptar
uma escola para ele”, destaca o ministro Haddad.
Meta 5: Alfabetizar todas
as crianças até, no máximo, os oito anos.
Para isso, o plano define a estruturação do ensino fundamental de nove
anos com um ciclo de alfabetização de três anos. Orientação do Conselho
Nacional de Educação, a proposta é que os estudantes não sejam reprovados
durante esse ciclo. Eles ganhariam mais tempo para aprender a ler e a escrever,
mas nenhum poderia ser deixado para trás. O PNE também prevê a aplicação de
exames específicos para avaliar a alfabetização dos alunos, o que já acontece
com a Provinha Brasil, aplicada aos alunos do 2º ano do ensino fundamental.
Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de
educação básica.
Essa também não será uma meta simples de ser cumprida. Há 197 mil
escolas de educação básica no País. Não há um dado preciso sobre quantas
escolas funcionam em regime integral no País. Financiadas por recursos do MEC,
são apenas 10 mil escolas, que atendem quase R$ 3 milhões de alunos. O ministro
acredita que uma saída será buscar parcerias com entidades como o Sesc e Senai
para garantir nessas entidades atividades no contraturno para os alunos.
Meta 7: Atingir as
seguintes médias nacionais para o IDEB:
|
IDEB
|
2011
|
2013
|
2015
|
2017
|
2019
|
2021
|
|
Anos
iniciais do ensino fundamental
|
4,6
|
4,9
|
5,2
|
5,5
|
5,7
|
6,0
|
|
Anos
finais do ensino fundamental
|
3,9
|
4,4
|
4,7
|
5,0
|
5,2
|
5,5
|
|
Ensino
médio
|
3,7
|
3,9
|
4,3
|
4,7
|
5,0
|
5,2
|
Fonte:
Ministério da Educação
As metas de qualidade não faziam parte do plano anterior. Por enquanto, o Brasil está cumprindo os objetivos previstos para cada etapa. O repasse de mais recursos para os municípios com pior rendimento e que tenham conselhos escolares ativos é bem visto pelas entidades ligadas ao setor. A proposta agora é incluir uma avaliação de ciências na Prova Brasil – exame de português e matemática feito por alunos da educação básica cujos resultados compõem o Ideb – e incorporar o Enem ao sistema de avaliação da educação básica. Não há prazos para isso e o ministro admite que o tema terá de ser discutido com representantes de governos estaduais e municipais, já que o Enem é não é feito por todos os alunos.
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a
alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de
menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a
escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da
desigualdade educacional.
A proposta é aumentar a escolaridade dos trabalhadores brasileiros. Dados analisados pela Síntese de
Indicadores Sociais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) mostram que somente 37,9% das pessoas com idade entre 18 e
24 anos tinham 11 anos de estudo em 2009. E são poucos os que continuam
frequentando a escola: apenas 5,4%. A formação profissional e técnica é
considerada essencial para o cumprimento dessa meta.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Esse é um dos desafios antigos, que já fazia parte do plano decenal
anterior. O Brasil ainda possui 14,1 milhões de
analfabetos com mais de 15 anos. Fazer com que os brasileiros
adultos não-alfabetizados voltem à escola, para especialistas, é o grande
empecilho para erradicar o analfabetismo. Haddad acredita que, primeiro, outros
áreas – saúde e assistência social – precisarão se unir para encarar a tarefa.
Além de oferecer algum tipo de benefício para que o adulto se escolarize, o
ministro acredita que a falta de saúde visual impede muitos brasileiros de
continuar estudando. Na opinião da Undime, as estratégias para erradicação do
analfabetismo foram bem definidas.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos
na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino
fundamental e no ensino médio.
Tornar a escola mais atraente e manter o aluno estudando até o fim é um
desafio também para cumprir a meta 8, que trata da escolarização dos jovens
adultos. O plano prevê a criação de uma ação nacional para reestruturação e
aquisição de equipamentos para as escolas públicas que atuam com educação de
jovens e adultos (o antigo supletivo).
Meta 11: Duplicar as
matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a
qualidade da oferta.
A proposta não atende exatamente o
que propunha a Conae, que queria o número de vagas da educação profissional
triplicado até 2015. O plano fala da duplicação durante a década.
Haddad afirmou que as metas foram calculadas revendo o investimento de 7% do
PIB nos próximos dez anos. Se os deputados decidirem ampliar as vagas na rede
profissional, terão de mexer na previsão de recursos. O tema promete voltar aos
debates no Congresso.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa
líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da
oferta.
A definição de metas específicas para que as universidades adotem
medidas para aumentar a quantidade de formandos não haviam aparecido no plano
anterior, que contemplava somente metas de maior acesso às vagas. A proposta é
que as instituições públicas formem 90% de seus alunos (a evasão em alguns
cursos chega a 50%) e ofereçam um terço das vagas em cursos noturnos. O PNE
também quer mudanças nos currículos: 10% do total de créditos curriculares
devem ser destinado a programas e projetos de extensão. As cotas raciais,
aprovadas na Conae, foram excluídas do plano.
Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de
mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo,
do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.
O investimento na formação dos professores é considerado um avanço pelos
especialistas. Para eles, de fato, a qualidade de ensino oferecida aos
estudantes só melhora a partir do momento que os professores são capacitados.
Nessa meta, um item promete novos debates no Congresso: o MEC propõe a
substituição do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) aplicado
aos calouros pelo Enem. Como a avaliação do ensino médio é voluntária, não há
definições sobre como essa substituição poderia ocorrer.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto
sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Os especialistas também apóiam a decisão de estimular a expansão da
pós-graduação. Hoje, cerca de 30 mil mestres e doutores são formados por ano no
País. Para isso, a expectativa é a de que o financiamento de cursos seja
ampliado pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios, que todos os professores da educação básica possuam
formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área
de conhecimento em que atuam.
O ministro da Educação disse que essa
precisa ser a “década de valorização dos professores”. Os especialistas
concordam que esse deve ser um ponto central do plano e elogiam a iniciativa de
criar uma política nacional de formação e valorização dos profissionais da
educação em um ano. Porém, criticam a falta de clareza sobre como será a
parceria entre Estados, municípios e União. “A maioria dos municípios consegue
pagar o piso, mas não oferece uma carreira atraente. Falta dinheiro.
Precisaremos de 20% a mais de profissionais em quatro anos e não temos como
resolver”, diz o presidente da Undime.
Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação
lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de
atuação.
Gontijo considera a formação dos professores essencial para o
cumprimento das metas nos próximos anos, por isso defende a proposta. Para ele,
considerando o universo de docentes brasileiros, a ambição é ousada. “É
necessário qualificarmos melhor os professores para garantir educação de
qualidade, acho que as metas do Ideb passam por isso. Essa é uma meta muito
interessante, mas audaciosa”, afirma.
Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o
rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de
escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Os especialistas elogiaram a criação de um fórum que acompanhe essa
atualização dos salários. Mas se preocupam em quem pagará essa conta, já que há
municípios e Estados que alegam não ter adotado o piso salarial, hoje em R$
1.024, por falta de recursos. Haddad não descartou a possibilidade de as mesas
de negociação incluírem a participação do governo federal para que a meta se
consolide.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira
para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
A prova nacional de admissão de
docentes para contratação de professores, hoje já feita pelo Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A meta é
chegar a 90% de servidores nomeados em cargos efetivos durante o plano.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, a nomeação comissionada de diretores de
escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação
da comunidade escolar.
Os gestores que não utilizarem critérios claros para a escolha de
diretores nas escolas públicas poderão ser punidos. A nomeação de gestores
escolares pelas secretarias de educação não é aprovada pelas entidades e ainda
ocorre em muitos municípios. O MEC sugere a criação de uma prova nacional
específica para diretores, que poderia ser utilizada para ajudar a adoção de
critérios técnicos e de mérito nessa tarefa.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação até atingir,
no mínimo, o patamar de 7% do produto interno bruto do país.
Essa é a meta que mais provoca
discussões e preocupações entre os especialistas. Durante a Conae,
apontou-se a vontade de que esse percentual de investimentos fosse atingido em
2011 e chegasse a 10% em 2014. Para eles, os recursos definidos no PNE não
serão suficientes. “Essa era a parte que deveria ser a mais forte, mas
inexplicavelmente é a mais fraca. Em 2001 o parlamento propôs que esse (7% do
PIB) fosse o gasto em 2010. Estamos prorrogando por mais dez anos a meta não
alcançada”, critica o consultor educacional Luiz Araújo. Daniel Cara acredita
que é preciso fortalecer também o papel do custo-aluno qualidade, que define
padrões mínimos de investimento por estudante. O tema promete ser muito
debatido no Congresso ainda.
Ainda sobre o trabalho, gostei muito da publicação da colega Bianca Pereira em seu blog, pois há um quadro sucinto com todas as metas e o alvo do novo PNE, de fácil entendimento: http://biancapc.blogspot.com.br/2015/05/plano-nacional-da-educacao-pne.html
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Trabalho sobre o Ministério da Educação e secretarias
Atividade 6 – BLOG: Políticas Públicas
Educacionais
-Pesquise
sobre a mudança recente dos ministros da Educação. Por que houve esta mudança?
Cid
Gomes, o último ministro da Educação, deixou o cargo em 18 de março após brigar
com parlamentares na Câmara dos Deputados. Antes de Cid, houveram mais três
ministros na pasta desde o início do primeiro mandato de Dilma Rousseff: Fernando Haddad, Aloizio
Mercadante, José Henrique Paim.
- Quem
é o novo ministro?
O novo
ministro da Educação é o professor Renato Janine Ribeiro, empossado em 06 de
abril de 2015. Os seus principais desafios são a implementação das 20 metas do
Plano Nacional da Educação (PNE) aprovado em 2014 e válido por 10 anos e corte
de gastos no setor.
- Vc
sabe algo sobre a Secretaria de Educação do nosso estado?
Pesquisando
no site da Secretaria Estadual da Educação de Minas Gerais, verifiquei a
informação de que Minas está nas primeiras posições do Ideb (Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica). A Secretária de Estado de Educação é Macaé
Maria Evaristo dos Santos. Missão da secretaria Estadual de educação de Minas
Gerais retirada do próprio site:
Desenvolver e coordenar políticas públicas de educação
básica, inclusivas e de qualidade, garantindo plenas condições de funcionamento
da rede pública, em especial da rede estadual, promovendo a formação integral
dos estudantes, com vistas ao exercício da cidadania e à inserção no mundo do
trabalho.
-Quem é
a(o) secretario(a) de educação de seu município?
Maria
do Carmo de Mello Coelho
-Poste o plano de trabalho da secretaria de
seu município e acompanhe.
A
Secretaria Municipal de Educação de Ubá tem o plano municipal de Educação,
publicado em 16 de abril de 2015, conforme documento anexo. Há também na
secretaria um plano de metas elaborado pelo setor pedagógico que serve como
parâmetro para políticas educacionais adotadas.
E se vc
fosse o secretario/a secretaria de educação de seu município? O que faria?
Pelo
pouco que pude verificar em meu breve estágio na rede municipal de ensino
básico na zona rural de Ubá, vi que ainda faltam recursos para o professores
lecionarem, mas que com o pouco que recebem proporcionam educação de qualidade
aos alunos, com professora lecionando para dois períodos diferentes, mas
lutando para que os alunos ficassem o menor tempo possível ociosos. O corte de
gastos do governo está abarrotando as salas de aula, dificultando uma educação
de qualidade, onde o professor possa dar mais atenção às especificidades dos
alunos. Os secretários de educação devem incentivar e buscar recursos para mais
cursos qualificados aos educadores e de material didático bom para auxiliar na
educação de qualidade.
http://www.uba.mg.gov.br/abrir_arquivo.aspx/Edicao_n_247,_de_22_de_Abril_de_2015?cdLocal=2&arquivo={A4BD47C4-6D76-8EDB-4A3A-C02D8B2BE1DA}.pdf#search=decreto
5.687
Anexo: Plano Municipal de Educação
DECRETO Nº 5.687, DE 16 DE ABRIL DE 2015 Constitui Comissão
Executiva e de Sistematização do Plano Municipal de Educação – PME. O Prefeito
do Município de Ubá, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: Art. 1º. Fica
constituída a Comissão Executiva e de Sistematização do Plano Municipal de
Educação – PME, em cumprimento ao art. 2º da Lei Federal nº 10.172, de 09 de
janeiro de 2.001 e art. 87 da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1.996,
à qual compete a coordenação do processo de construção e promoção do PME. Art.
2º. A Comissão Executiva e de Sistematização do Plano Municipal de Educação é
composta dos seguintes membros: I - Maria do Carmo de Mello Coelho, Secretária
Municipal de Educação; II – Maria Alice Abranches, representante da Secretaria
Municipal de Educação; III – Anderson Moreira Vieira – representante do
Conselho Municipal de Educação; IV – Marília Gravina Dias, representante da
Secretaria Municipal de Administração; V – Hélder José Martins Silveira –
Representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento
Econômico; VI – Edmar Pereira Lopes – Diretor da SRE-Ubá, Superintendência
Regional de Ensino de Ubá. VII – Áurea Luiza Dutra da Silva – Representante da
Superintendência Regional de Ensino de Ubá. § 1º. A Comissão Executiva e de
Sistematização do PME será presidida pela Secretária Municipal de Educação de
Ubá. § 2º. Nas ausências e impedimentos da Secretária Municipal de Educação, a
presidência da comissão ficará a cargo do Diretor da Superintendência Regional
de Ensino de Ubá. § 3º A Comissão Executiva e de Sistematização do PME adotará
uma metodologia participativa e democrática, envolvendo entidades
representativas dos seguintes segmentos sociais: escolas (professores,
funcionários e pais), poder público, sindicatos, movimentos sociais e redes da
sociedade civil, entidades empresariais, estudantes e faculdades. § 4º São
atribuições da Comissão Executiva e de Sistematização do PME: I - elaborar a
metodologia e os procedimentos do processo de sistematização do PME; II - definir
as estratégias de coleta de dados e diagnosticar as necessidades levantadas;
III - definir formas e dinâmicas de funcionamento da consulta popular e de
participação dos órgãos públicos e entidades privadas na construção do PME; IV
- criar subcomissões e/ou grupos de trabalhos que entender necessários; V -
coordenar a redação do documento-referência do PME; VI - respeitar e fomentar o
debate em sociedade; VII - discutir os problemas da Educação suscitados pela
população; VIII - gerenciar o desenvolvimento do processo de construção
democrática do PME, para que seja o mais amplo, plural e democrático possível;
IX - sistematizar o documento-referência; X - apresentar o documento finalizado
ao Prefeito Municipal de Ubá. Art. 3º - Este Decreto entra em vigor na data de
sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Ubá, MG, 16 de abril de 2015
EDVALDO BAIÃO ALBINO (Vadinho Baião) Prefeito de Ubá
JOSÉ GERALDO DE SOUZA ARAÚJO Secretário Municipal de
Educação, Substituto
RODRIGO ANTONIO RIBEIRO Procurador Geral do Município
terça-feira, 28 de abril de 2015
Olá, pessoal!!!
Como trabalho do curso de Pedagogia da UEMG, estou divulgando esse importante órgão do sistema educacional brasileiro. Informações extraídas no endereço http://fne.mec.gov.br/
Como trabalho do curso de Pedagogia da UEMG, estou divulgando esse importante órgão do sistema educacional brasileiro. Informações extraídas no endereço http://fne.mec.gov.br/
O Fórum Nacional de Educação (FNE) é um espaço inédito de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro, reivindicação histórica da comunidade educacional e fruto de deliberação da Conferência Nacional de Educação (Conae 2010). Ele é composto por 50 entidades representantes da sociedade civil e do poder público (confira quais são as entidades que integram o FNE). Destas, 39 entidades são titulares e as demais suplentes (conheça os representantes de cada entidade).
De caráter permanente, o Fórum Nacional de Educação foi criado pela Portaria Ministério da Educação n.º 1.407, de 14 de dezembro de 2010, publicada no Diário Oficial da União de 16 de dezembro de 2010, e instituído por lei com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) (saiba mais a respeito do PNE),pela Lei 13.005, de 24 de junho de 2014. Direcionado por um Regimento Interno, ele tem as seguintes atribuições:
- I – Participar do processo de concepção, implementação e avaliação da política nacional de educação;
- II - Acompanhar, junto ao Congresso Nacional, a tramitação de projetos legislativos referentes à política nacional de educação, em especial a de projetos de leis dos planos decenais de educação definidos na Emenda à Constituição 59/2009;
- III - Acompanhar e avaliar os impactos da implementação do Plano Nacional de Educação;
- IV - Acompanhar e avaliar o processo de implementação das deliberações das conferências nacionais de educação;
- V - Elaborar seu Regimento Interno e aprovar "ad referendum" o Regimento Interno das conferências nacionais de educação;
- VI - Oferecer suporte técnico aos Estados, Municípios e Distrito Federal para a organização de seus fóruns e de suas conferências de educação;
- VII - Zelar para que os fóruns e as conferências de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios estejam articuladas à Conferência Nacional de Educação;
- VIII - Planejar e coordenar a realização de conferências nacionais de educação, bem como divulgar as suas deliberações.
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