sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Bom dia, Pessoal!!

Como trabalho da matéria de Sociologia da Faculdade UEMG, tivemos que fazer uma entrevista com um coordenador pedagógico, e reparei que embora os professores tenham força de vontade para trazer a família para a escola, poucos pais se interessam pela educação dos filhos, muitos colocam a desculpa no trabalho, pois a maioria é de classe média baixa e os pais precisam trabalhar fora o dia todo. Também falta da comunidade mais projetos para atender os alunos em tempo integral.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A vida na escola e a escola da vida
Estudei desde o maternal até o segundo grau em escola pública e o que vimos são professores despreparados e muita vezes, a ausência dos mesmos ou sem recursos didáticos, sem biblioteca ou computadores. Um ensino fraco, que não prepara para concursos ou vestibulares, alunos sem interesse, pois por várias vezes têm suas ideias "castradas" pelos professores.
Quando ingressei no segundo grau, pedi ao meu pai que me matriculasse em um cursinho para o vestibular em Viçosa. Ele, com muito sacrifício, conseguiu pagar seis meses do mesmo para que eu pudesse constatar que se quisesse competir com alunos de escolas particulares, deveria estudar muito sozinha em casa, pois a maioria das matérias que os professores consideravam fáceis e "batidas" para os alunos de classe mais alta eu nunca havia visto.
Acredito que a escola deve inserir cada vez mais o dia a dia do aluno em sala de aula para que o ensino se torne atraente. Devemos lutar para que a igualdade de ensino seja para todos e que não precisemos depender de cotas raciais ou bolsas de estudo para conseguir um ensino digno. Já que estamos em época de eleição, vamos aproveitar para ver quais governantes pretendem dar estudo de qualidade e excluir aqueles que preferem que a massa continue com pouca instrução e conformada com o pouco que recebe.

sábado, 16 de agosto de 2014

Rotina na educação infantil e fundamental

Nos dicionários, a rotina geralmente é definida como oposta ao progresso, monótona. A mesma está presente no nosso dia a dia, no trabalho, na política e também na educação, para organizar o tempo no espaço.
O desafio dos educadores é de como implementar rotina em tempos de informatização, respeitando a realidade do aluno, seus gostos e necessidades. A rotina fornece atividades diárias que auxiliam na organização do ambiente, o uso do tempo, a seleção e a proposição de atividades e dos materiais. Por isso, quando a rotina é bem planejada e executada, é bem vinda ao processo de educação. O desenvolvimento infantil é um processo dinâmico, e o adulto deve criar rotinas diversificadas e atraentes aos olhos das crianças, propiciando o fortalecimento da autoestima, estimulando a busca de suas capacidades, atendendo às suas necessidades básicas. Com uma rotina estruturada, a escola estimula que a criança compreenda o mundo com os conhecimentos já possuídos e alcance o que ainda é desconhecido.
O educador deve tomar cuidado para que as atividades rotineiras empobreçam a qualidade da educação infantil, com horários cronometrados desrespeito a individualidade do aluno e suas necessidades básicas, se tornando maçantes aos olhos das crianças. Quando bem trabalhadas e conversadas com os alunos, as atividades rotineiras estimulam a curiosidade e o interesse das crianças, e servem para orientar a criança no sentido de tempo e espaço. A rotina também auxilia a prever situações e facilitar a sua solução.


Fontes de referência:

Lobato, Maria José Silva,  ASPECTOS GERAIS DA ROTINA ESCOLAR NA PRÉ-ESCOLA,  Revista interdisciplinar de filosofia e educação, SABERES, Natal – RN, v. 1, n.8, ago. 2013, 73-85, disponível em http://www.periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/4506


Ramos, Janaina Silmara Silva, ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: SABERES DOCENTES

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

 
Nos dicionários, a rotina geralmente é definida como oposta ao progresso, monótona. A mesma está presente no nosso dia a dia, no trabalho, na política e também na educação, para organizar o tempo no espaço.
O desafio dos educadores é de como implementar rotina em tempos de informatização, respeitando a realidade do aluno, seus gostos e necessidades. A rotina fornece atividades diárias que auxiliam na organização do ambiente, o uso do tempo, a seleção e a proposição de atividades e dos materiais. Por isso, quando a rotina é bem planejada e executada, é bem vinda ao processo de educação. O desenvolvimento infantil é um processo dinâmico, e o adulto deve criar rotinas diversificadas e atraentes aos olhos das crianças, propiciando o fortalecimento da autoestima, estimulando a busca de suas capacidades, atendendo às suas necessidades básicas. Com uma rotina estruturada, a escola estimula que a criança compreenda o mundo com os conhecimentos já possuídos e alcance o que ainda é desconhecido.
O educador deve tomar cuidado para que as atividades rotineiras empobreçam a qualidade da educação infantil, com horários cronometrados desrespeito a individualidade do aluno e suas necessidades básicas, se tornando maçantes aos olhos das crianças. Quando bem trabalhadas e conversadas com os alunos, as atividades rotineiras estimulam a curiosidade e o interesse das crianças, e servem para orientar a criança no sentido de tempo e espaço. A rotina também auxilia a prever situações e facilitar a sua solução.
Fontes de referência:
Lobato, Maria José Silva,  ASPECTOS GERAIS DA ROTINA ESCOLAR NA PRÉ-ESCOLA, Revista interdisciplinar de filosofia e educação, SABERES, Natal – RN, v. 1, n.8, ago. 2013, 73-85, disponível em http://www.periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/4506
 Ramos, Janaina Silmara Silva, ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: SABERES DOCENTES