Rotina
na educação infantil e fundamental
Nos
dicionários, a rotina geralmente é definida como oposta ao progresso, monótona.
A mesma está presente no nosso dia a dia, no trabalho, na política e também na
educação, para organizar o tempo no espaço.
O
desafio dos educadores é de como implementar rotina em tempos de
informatização, respeitando a realidade do aluno, seus gostos e necessidades. A
rotina fornece atividades diárias que auxiliam na organização do ambiente, o
uso do tempo, a seleção e a proposição de atividades e dos materiais. Por isso,
quando a rotina é bem planejada e executada, é bem vinda ao processo de
educação. O desenvolvimento infantil é um processo dinâmico, e o adulto deve
criar rotinas diversificadas e atraentes aos olhos das crianças, propiciando o
fortalecimento da autoestima, estimulando a busca de suas capacidades,
atendendo às suas necessidades básicas. Com uma rotina estruturada, a escola
estimula que a criança compreenda o mundo com os conhecimentos já possuídos e
alcance o que ainda é desconhecido.
O
educador deve tomar cuidado para que as atividades rotineiras empobreçam a
qualidade da educação infantil, com horários cronometrados desrespeito a
individualidade do aluno e suas necessidades básicas, se tornando maçantes aos
olhos das crianças. Quando bem trabalhadas e conversadas com os alunos, as
atividades rotineiras estimulam a curiosidade e o interesse das crianças, e
servem para orientar a criança no sentido de tempo e espaço. A rotina também
auxilia a prever situações e facilitar a sua solução.
Fontes de
referência:
Lobato, Maria
José Silva, ASPECTOS GERAIS DA ROTINA
ESCOLAR NA PRÉ-ESCOLA, Revista
interdisciplinar de filosofia e educação, SABERES, Natal – RN, v. 1, n.8, ago.
2013, 73-85, disponível em http://www.periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/4506
Ramos, Janaina
Silmara Silva, ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: SABERES DOCENTES


Nenhum comentário:
Postar um comentário