sábado, 16 de agosto de 2014

Rotina na educação infantil e fundamental

Nos dicionários, a rotina geralmente é definida como oposta ao progresso, monótona. A mesma está presente no nosso dia a dia, no trabalho, na política e também na educação, para organizar o tempo no espaço.
O desafio dos educadores é de como implementar rotina em tempos de informatização, respeitando a realidade do aluno, seus gostos e necessidades. A rotina fornece atividades diárias que auxiliam na organização do ambiente, o uso do tempo, a seleção e a proposição de atividades e dos materiais. Por isso, quando a rotina é bem planejada e executada, é bem vinda ao processo de educação. O desenvolvimento infantil é um processo dinâmico, e o adulto deve criar rotinas diversificadas e atraentes aos olhos das crianças, propiciando o fortalecimento da autoestima, estimulando a busca de suas capacidades, atendendo às suas necessidades básicas. Com uma rotina estruturada, a escola estimula que a criança compreenda o mundo com os conhecimentos já possuídos e alcance o que ainda é desconhecido.
O educador deve tomar cuidado para que as atividades rotineiras empobreçam a qualidade da educação infantil, com horários cronometrados desrespeito a individualidade do aluno e suas necessidades básicas, se tornando maçantes aos olhos das crianças. Quando bem trabalhadas e conversadas com os alunos, as atividades rotineiras estimulam a curiosidade e o interesse das crianças, e servem para orientar a criança no sentido de tempo e espaço. A rotina também auxilia a prever situações e facilitar a sua solução.


Fontes de referência:

Lobato, Maria José Silva,  ASPECTOS GERAIS DA ROTINA ESCOLAR NA PRÉ-ESCOLA,  Revista interdisciplinar de filosofia e educação, SABERES, Natal – RN, v. 1, n.8, ago. 2013, 73-85, disponível em http://www.periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/4506


Ramos, Janaina Silmara Silva, ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: SABERES DOCENTES

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